MEETING POINT
Gestión de recursos materiales, productos y residuos: Objetivos 2030
Gestão de recursos materiais, produtos e resíduos: Objetivos 2030

Objetivos

Desde que el nuevo paquete de Economía Circular fuera presentado por la Comisión Europea, en diciembre de 2015, España y Portugal, al igual que otros países europeos, ha empezado a transitar hacia el nuevo modelo económico. Sin embargo, en ese caminar, España y Portugal aún conserva en su mochila ciertas cuestiones pendientes de resolver, que vienen a sumarse a otras más recientes que constituyen un verdadero desafío y que se encuentran en el centro del debate actual europeo en el ámbito de la economía circular.

En esta quinta edición del Meeting Point vamos a mostrar, con ayuda de algunas administraciones locales españolas, que es posible implementar buenas políticas locales de gestión de recursos materiales, productos y residuos que incrementan la participación social y logran aumentar los porcentajes de reutilización y reciclado material; que es posible aplicar una fiscalidad, coherente, transparente y proporcionada a los objetivos ambientales perseguidos, orientada a incentivar la colaboración de ciudadanos y pequeños negocios, no a penalizar a aquellos que contribuyen adecuadamente con los servicios de gestión de residuos proporcionados por la administración local.

Dentro del paquete de economía circular, hay tres temas que en este momento es imprescindible debatir. La primera relativa a las interacciones entre las políticas de la UE de sustancias químicas, productos y residuos. ¿Cómo se puede conciliar unos objetivos ambientales de reciclado cada vez más exigentes con el desarrollo de la legislación REACH? ¿Debería utilizarse el reglamento REACH para prohibir determinadas sustancias químicas en materiales secundarios? ¿Qué medidas se pueden contemplar para garantizar una economía circular “no toxic”?

La segunda, en relación con la Comunicación de la Comisión Europea sobre el papel de la transformación de los residuos en energía en el ámbito de la economía circular, de 26 de enero de 2017. ¿Qué conclusiones se desprenden? ¿Qué forma de valorización energética se debería favorecer ahora en España y Portugal? ¿Cuál para los territorios insulares?

Por último, la lucha contra el littering. ¿Qué se puede hacer para detener el flujo de residuos de origen terrestre que llega al mar? ¿Cómo cubrir los costes ambiental y económico de la lucha contra el littering? ¿Cuál es el régimen aplicable de responsabilidad? ¿Hasta dónde ha llegado la innovación en la corrección del problema? ¿Qué puede hacerse en materia de educación y ciudadanía?

Objetivos

Desde que o novo pacote de Economia Circular foi apresentado pela Comissão Europeia em dezembro de 2015, Espanha e Portugal, tal como outros países europeus, começaram a efetuar a migração para o novo modelo económico. No entanto, durante esta transição, Espanha e Portugal ainda apresentam determinadas questões por resolver, que acrescem a outras mais recentes que são um verdadeiro desafio e estão no centro do debate atual europeu no domínio da economia circular.

Nesta quinta edição do Meeting Point, vamos demonstrar, com a ajuda de algumas administrações locais espanholas, que é possível implementar políticas locais adequadas em termos de recursos materiais, produtos e resíduos que aumentam a participação social e conseguem aumentar as taxas de reutilização e material reciclado; que é possível aplicar um imposto, coerente, transparente e proporcional aos objetivos ambientais pretendidos, destinado a incentivar a cooperação dos cidadãos e pequenas empresas, não penalizando aqueles que contribuem adequadamente para a gestão de resíduos produzidos pela administração local.

No âmbito da economia circular, há três questões que neste momento merecem ser alvo de um debate essencial. A primeira está relacionada com as interações entre as políticas da UE em termos de substâncias químicas, produtos e resíduos. Como conciliar objetivos ambientais da reciclagem cada vez mais exigentes com o desenvolvimento da legislação REACH? O regulamento REACH deve ser utilizado para proibir determinadas substâncias químicas em materiais secundários? Que medidas podem ser contempladas para garantir uma economia circular "no toxic"?

A segunda, em relação à Comunicação da Comissão Europeia sobre o papel de transformação de resíduos em energia no âmbito da economia circular, de 26 de janeiro de 2017. Que conclusões podem ser tiradas? Qual a forma de recuperação energética que atualmente deveria ser prioritária em Espanha e Portugal? E qual para os territórios insulares?

Por fim, a luta contra o littering (resíduos de varredura). O que pode ser feito para parar o fluxo de resíduos de origem terrestre que chega ao mar? Como atuar para cobrir os custos ambientais e económicos da luta contra o littering? Qual é o regime de responsabilidade aplicável? Até onde chegou a inovação relativamente à correção do problema? O que pode ser feito em termos da educação e cidadania?